Viva bate o martelo e define substitutas de três novelas; só falta uma

Canal já escolheu os clássicos da teledramaturgia que exibirá

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O Viva bateu o martelo e já definiu quais serão suas próximas novelas. O canal do Grupo Globo vai resgatar clássicos da teledramaturgia da emissora para substituir O Sexo dos Anjos (1988), Escrito nas Estrelas (2010) e Corpo Dourado (1998) na grade.

Vivianne Pasmanter em Andando nas Nuvens
Vivianne Pasmanter em Andando nas Nuvens (Reprodução / Globo)

Direito de Amar (1987), Sinhá Moça (2006) e Andando nas Nuvens (1999) são os folhetins escolhidos. Agora, o canal só precisa definir qual será a novela que vai suceder História de Amor (1995) na programação.

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Romance de época

Gloria Pires e Lauro Corona
Gloria Pires e Lauro Corona em Direito de Amar (Divulgação / Globo)

Clássico da faixa das 18 horas da Globo, a novela Direito de Amar foi a escolhida para substituir O Sexo dos Anjos na faixa das 14h40 a partir de 4 de dezembro. Trata-se de uma novela escrita por Walther Negrão, inspirada na radionovela A Noiva das Trevas, escrita por Janete Clair na década de 1950.

Direito de Amar é lembrada até hoje por conta do vilão, o terrível Senhor de Montserrat, vivido por Carlos Vereza. O tipo, responsável por todo o sofrimento da mocinha Rosália (Gloria Pires), se tornou um dos principais personagens da carreira do veterano.

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Na trama, Rosália se apaixona por Adriano (Lauro Corona), filho do poderoso banqueiro Francisco de Montserrat (Vereza). Mas, por conta de uma dívida de seu pai, o industrial Augusto Medeiros (Edney Giovenazzi), Rosália é obrigada a se casar com Montserrat.

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Clássico das 18h

Débora Falabella em Sinhá Moça
Débora Falabella em Sinhá Moça (Reprodução / Globo)

Para a vaga de Escrito nas Estrelas, o Viva escolheu outra novela das seis dos anos 2000. A segunda versão de Sinhá Moça (2006) substitui a trama espírita de Elizabeth Jhin na faixa das 15h30 a partir de 1º de janeiro.

Remake da novela de 1986 escrita por Benedito Ruy Barbosa, inspirado no romance de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, a trama conta a história de Sinhá Moça (Débora Falabella), uma jovem que abomina as atitudes do pai, o terrível escravocrata Barão de Araruna (Osmar Prado).

Em 1886, Sinhá Moça está de volta à pequena Araruna após um período estudando fora. Na viagem de trem, ela conhece o jovem idealista Rodolfo (Danton Mello), por quem se apaixonam. Juntos, eles se unem aos abolicionistas na luta pelo fim da escravidão no Brasil.

 

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Trama esquecida

Marco Nanini - Andando nas Nuvens
Marco Nanini em Andando nas Nuvens (Divulgação / Globo)

O Viva também já definiu a novela que substitui Corpo Dourado na faixa das 13 horas a partir do dia 22 de janeiro de 2024. Trata-se da esquecida Andando nas Nuvens, simpática trama das sete escrita por Euclydes Marinho e estrelada por Marco Nanini.

A novela conta a história de Otávio Montana (Nanini), que acorda após 18 anos acometido de uma encefalite letárgica, também conhecida como “doença do sono”, que foi provocada por um acidente no dia da morte de seu pai. Ao acordar, Otávio não se lembra de seus últimos anos de vida: ele não sabe que Eva, seu grande amor, morreu, e também não se lembra quem foi o responsável pela morte de seu pai.

Otávio se surpreende ao conhecer suas três filhas, Julia (Débora Bloch), Bete (Vivianne Pasmanter) e Celi (Mariana Ximenes). Assim, ele precisa aprender a viver em um mundo completamente diferente do que se lembrava, além de driblar as armadilhas do vilão San Marino (Claudio Marzo), que faz de tudo para que Otávio não se lembre que foi ele o responsável por todas as desgraças de sua vida.

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