Último medalhão do jornalismo da Globo pode ser o próximo a sair

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André Santana

A grande transformação pela qual a Globo vem passando nos últimos anos também afeta o jornalismo do canal. Cada vez mais, a emissora abre mão de medalhões e amplia o espaço para novos rostos, seja na reportagem ou na bancada dos telejornais. Com isso, William Bonner surge como o último da “velha guarda” do jornalismo global, há 26 anos à frente do Jornal Nacional.

William Bonner

As mais recentes dispensas foram Carlos Tramontina e Chico Pinheiro. O primeiro é dono de uma imensa trajetória dentro da Globo, e respondia pelo SP2 há 24 anos. Com isso, se tornou um nome muito popular dentre os espectadores da Globo em São Paulo.

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Já o segundo também fez história em São Paulo, no comando do SP1, e, nos últimos anos, assumiu a cadeira de Renato Machado no Bom Dia Brasil. Chico é um dos nomes que consolidaram um estilo informal na apresentação de telejornais, o que é praticamente uma regra nos dias de hoje.

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Novos nomes

Chico Pinheiro

Com a saída de Chico Pinheiro, a Globo consolida também uma nova forma de apresentação de seus telejornais. Antes, uma dupla de apresentadores estava à frente dos principais jornais de rede do canal. Agora, apenas o Jornal Nacional tem dois apresentadores.

Ana Paula Araújo, então, surge sozinha no comando do noticiário matinal. Enquanto isso, César Tralli, também sozinho, toca o Jornal Hoje. Na madrugada, Renata Lo Prete lidera o Jornal da Globo. Todos eles nomes fortes, mas que não deixam de representar uma renovação nos quadros de apresentadores de telejornais na emissora.

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O dono do Jornal Nacional

Jornal Nacional

Enquanto isso, William Bonner e Renata Vasconcelos seguem na apresentação do Jornal Nacional, o principal telejornal da emissora. Bonner é o principal rosto da notícia na Globo desde 1996, quando assumiu o JN. Sua chegada representava uma grande reforma no jornalismo do canal, pois a emissora trocava locutores por jornalistas na bancada.

William Bonner, então, é a representação máxima desta nova realidade, pois cabe a ele não apenas ler as manchetes do dia, mas também atuar como editor-chefe, participando de toda a execução do jornal.

São 26 anos à frente do Jornal Nacional. Porém, neste ambiente de renovação constante na Globo, é fácil concluir que Bonner pode ser um dos próximos a ceder sua cadeira.

Quem o sucederia no Jornal Nacional? E o que William Bonner faria ao deixar o jornal? Estas perguntas devem ser respondidas em breve.

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