Morreu jovem: o triste fim de Leopoldina em Nos Tempos do Imperador

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Em Nos Tempos do Imperador, atual novela da faixa das seis da Globo, Melissa Nóbrega e Bruna Griphao interpretam a princesa Leopoldina, respectivamente como criança e adulta.

Nos Tempos do Imperador

Abaixo, contamos um pouco como foi a vida real da Princesa, importante personagem da história de nosso país.

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Caçula

Nos Tempos do Imperador

Nascida no Rio de Janeiro em 13 de julho de 1847, foi a segunda filha de Dom Pedro II e Teresa Cristina.

Juntamente com a irmã, Isabel, foi educada em casa, pela Condessa de Barral. Elas tinham aulas de seis dias por semana, das 7h até 21h30.

Estudavam português e sua literatura, francês, inglês, italiano, alemão, latim, grego, álgebra, geometria, química, física, botânica, história (cujas disciplinas eram divididas por país e por época), cosmografia, desenho e pintura, piano, filosofia, geografia, economia política, retórica, zoologia, mineralogia e geologia.

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O casamento

Bruna Griphao

Dom Pedro II foi atrás de dois príncipes para desposar as filhas. Inicialmente, Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota e Gastão de Orléans, Conde d’Eu, se casariam, respectivamente, com a Princesa Imperial e com a Princesa Leopoldina. Porém, ao conhecerem os noivos, elas optaram pelo contrário.

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Leopoldina casou-se com o Duque de Saxe em 15 de dezembro de 1864. O casal recebeu uma dotação de 300 contos de réis para aquisição de uma residência no Rio de Janeiro, da qual eles e seus descendentes teriam o usufruto, mas que permaneceria como patrimônio nacional.

O imóvel escolhido foi um palacete vizinho ao Palácio de São Cristóvão, batizado como Palácio Leopoldina.

Nos Tempos do Imperador

Após o nascimento do primeiro filho, ambos passaram a viver entre o Brasil e a Europa, sempre retornando à terra natal para o nascimento de seus filhos.

Eles tiveram quatro filhos: Pedro Augusto, Augusto Leopoldo, José Fernando e Luís Gastão.

Quando descobriu-se grávida da quarta criança, ela e o marido decidiram que não voltariam ao Brasil.

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Morte precoce

Apesar da prosperidade no casamento e na família, Leopoldina teve uma vida curta.

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No início de 1871, a princesa apresentou os primeiros sintomas da febre tifoide. Ela teve, no começo, problemas gastrointestinais e febre.

Na segunda semana, atingiu um estado de prostração preocupante. Na quarta semana, já apresentava febre contínua, manchas na pele e hemorragias gastrointestinais, sintomas clássicos da doença.

O quadro evoluiu rapidamente e Leopoldina passou a sofrer delírios e convulsões.

A Princesa não resistiu e faleceu na tarde de 7 de fevereiro de 1871, com apenas 23 anos de idade.

Viúvo, Augusto se dedicou à caça

Após a morte da esposa, Augusto decidiu instalar-se definitivamente na Áustria, onde dedicou a maior parte de seu tempo à caça, sua grande paixão.

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Seus últimos anos foram marcados pela morte de um de seus filhos mais novos, pela queda da monarquia constitucional no Brasil e pela loucura de seu filho mais velho, internado em 1891.

Bastante abalado pela perda de sua mãe, a princesa Clementina de Orléans, o Duque morreu poucos meses depois dela, em 14 de setembro de 1907.

Seu coração foi embalsamado e depositado em uma urna de ouro de Minas Gerais, enquanto seu corpo foi vestido com a farda de almirante da Marinha do Brasil e enterrado ao lado de sua esposa, na cripta da St. Augustinkirche, em Coburgo.

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