Estava sofrendo muito: saiba o que aconteceu com o ator Cláudio Marzo - TV História

Estava sofrendo muito: saiba o que aconteceu com o ator Cláudio Marzo

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Um dos maiores atores da história da televisão brasileira, Cláudio Marzo nasceu em 26 de setembro de 1940, na capital paulista. Estreou na televisão em 1963, fazendo um pequeno papel em produção da TV Tupi.

Depois de algumas participações em novelas da Globo, como Eu Compro Esta Mulher e O Sheik de Agadir, em 1966, A Rainha Louca, em 1967, A Grande Mentira e Sangue e Areia, em 1968, e A Última Valsa, em 1969, se consagrou nacionalmente como o protagonista de Véu de Noiva, contracenando ao lado de Regina Duarte, que acabara de ser contratada pela emissora.

Em 1970, veio um sucesso maior ainda, quando ele viveu o jogador de futebol Duda em Irmãos Coragem.

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Os destacados papeis continuaram em Minha Doce Namorada (1971), O Bofe (1972), Carinhoso (1973), O Espigão (1974), Senhora (1975) e Saramandaia (1976).

Após uma rápida passagem pela Tupi, em Roda de Fogo (1978), se fixou novamente na Globo, fazendo Olhai os Lírios do Campo (1980), Plumas e Paetês (1980), Brilhante (1981), Quem Ama Não Mata (1982), Pão Pão, Beijo Beijo (1983), Partido Alto (1984), Tenda dos Milagres (1985), Cambalacho (1986) e Bambolê (1987).

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Aceitou convite da Manchete, onde viveu Noronha em Kananga do Japão (1989) e se destacou como o José Leôncio e o Velho do Rio no grande sucesso Pantanal (1990).

Voltou para a Globo em 1993, participando de Fera Ferida. Depois, esteve em Irmãos Coragem (1995), Vira Lata (1996), A Indomada (1997), Era uma Vez (1998), quando interpretou Xistus, e o vilão de Andando nas Nuvens (1999).

Nos anos 2000, esteve em Aquarela do Brasil (2000), Coração de Estudante (2002), Mulheres Apaixonadas (2003), atualmente em exibição no canal Viva, A Lua me Disse (2005) e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (2007).

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Sua última novela foi Desejo Proibido, em 2007; em 2008, fez uma participação em episódio da série Guerra e Paz, em seu derradeiro trabalho na televisão.

O ator também foi muito ativo no cinema, feito filmes em 1967 e 2007, incluindo A Dama do Lotação, Se Segura, Malandro, Pra frente, Brasil, O Homem Nu e A Casa da Mãe Joana.

Problemas de saúde e morte

Nos últimos anos de vida, o ator conviveu com problemas de saúde. Ele foi internado, por exemplo, com pneumonia e, mais tarde, com hemorragia digestiva e diverticulite; em fevereiro de 2015, com problemas respiratórios.

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Cláudio Marzo morreu na madrugada do dia 22 de março de 2015, aos 74 anos, após ficar internado por vários dias com um quadro infeccioso de pneumonia. Segundo o boletim médico, ele morreu de complicações de enfisema pulmonar – segundo a imprensa, o ator fumava muito.

Ex-mulher de Marzo, Betty Faria, em entrevista ao site Ego, falou sobre a morte do ex-companheiro, com quem mantinha boa relação. “Nós estamos muito tristes, mas ele estava sofrendo”, comentou. Com ela, ele teve a também atriz Alexandra Marzo, nascida em 1968.

Além de Betty, Marzo foi casado com Denise Dumont, com quem teve Diogo, Xuxa Lopes, com quem gerou Bento, e com Miriam Mehler. Sua última esposa foi Neia Marzo – eles foram casados por 27 anos.

Ao R7, Eva Wilma também lamentou a morte do ator. “Sinto muito porque ele era um grande parceiro. Tivemos uma parceria muito grande em A Indomada, em que ele interpretou o personagem Pedro Afonso. Fizemos muitas cenas divertidas, cenas de atrito, de confusão. Sempre nos divertimos bastante. Ele tinha o prazer lúdico do ator. Foi marcante. Era um amigo, um querido”, declarou.

O corpo do ator foi cremado no Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro (RJ).



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