Pode esquecer: 5 novelas que nunca serão reprisadas pela Globo - TV História

Pode esquecer: 5 novelas que nunca serão reprisadas pela Globo

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Com polêmicas nos bastidores ou boicote nas redes sociais, algumas novelas deram tantos problemas que a reprise delas é algo quase impossível. Por isso, hoje vamos conhecer as cinco novelas que dificilmente serão reprisadas pela Rede Globo.

Confira:

Geração Brasil

Os autores Felipe Miguez e Izabel de Oliveira estavam com a bola toda na Globo no ano de 2012. Eles haviam emplacado o megassucesso Cheias de Charme naquele ano e a expectativa era alta para a próxima novela da dupla. Mas tudo veio por água abaixo quando eles lançaram Geração Brasil, em 2014.

Misturando tecnologia e um reality show de confinamento, a obra foi um tremendo fracasso e não lembrou nem de longe o sucesso que a dupla havia feito anteriormente. O fracasso foi tanto que Geração Brasil ostenta o título de pior audiência das novelas das sete da emissora.

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Babilônia

Babilônia contava a história de três mulheres, interpretadas por Glória Pires, Adriana Esteves e Camila Pitanga, mas já começou sofrendo um forte boicote por conta do relacionamento amoroso das personagens de Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro. No primeiro capítulo, as veteranas deram um simples beijo carinhoso e a cena caiu como uma bomba para a parte conservadora do público.

Quando os índices começaram a cair de fato, a emissora propôs algumas mudanças, como os rumos de alguns personagens, como de Sophie Charlotte, que era prostituta e acabou tendo o rumo de sua trajetória alterada.

A emissora também mexeu na fotografia da novela, aumentando a luminosidade dos cenários, para dar um ar mais solar à trama. Da mesma forma que nos cenários, a Globo também mexeu no logo da novela, que era mais escura no começo e passou a ter toques coloridos. Nada adiantou e a novela foi encurtada em 18 capítulos.

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Mandala

Inspirada no clássico da tragédia Édipo Rei, de Sófocles, o autor Dias Gomes escreveu a novela Mandala com a colaboração dos autores Marcílio Moraes e Lauro César Muniz.

Mandala enfrentou uma série de problemas com a Censura Federal, que chegou a vetar a sinopse da novela, alegando que a história tratava de temas impróprios para o horário das oito, como incesto, uso de drogas e bissexualismo.

A emissora só conseguiu que a sinopse fosse liberada após ter se comprometido a fazer alterações no original.

Mesmo assim, a produção enfrentou problemas com a Justiça por conta do envolvimento amoroso de Jocasta (Vera Fischer) e Édipo (Felipe Camargo), mãe e filho na trama. A emissora pretendia exibir uma cena de beijo entre o casal e a Censura se opôs.

A alegação era de que a cena seria muito agressiva para os telespectadores. Após negociações, a passagem, essencial para a trama, foi finalmente liberada: como os personagens desconheciam sua condição de mãe e filho, a Globo conseguiu que o beijo dos dois não fosse vetado.

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A Lua me Disse

Há 15 anos, a Globo exibia uma de suas novelas mais problemáticas. Escrita por Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, a trama era uma comédia romântica, com toques de humor escrachado típicos do autor.

Um dos núcleos com problemas mostrava uma personagem chamada Índia, que era constantemente maltratada e humilhada em suas cenas. O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro chegou a sugerir que a emissora reduzisse as cenas de humilhação contra ela.

Outro problema da novela estava com as personagens Latoya (Zezeh Barbosa) e Whitney (Mary Sheila). Elas tinham mania de grandeza e renegavam suas origens negras. Em uma sequência, as duas chegaram a dormir com um pregador de roupas para ‘afinar’ os narizes no dia seguinte, sequência impossível de ser exibida nos dias de hoje.

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De Corpo e Alma

Em 1992, Glória Perez levou ao ar uma novela que discutiu doação de órgãos e transplantes por meio de uma inusitada história de amor. Mas o foco principal da novela acabou sendo a morte da atriz Daniela Perez, filha da autora, e intérprete da personagem Yasmin. Ela foi assassinada pelo ator estreante Guilherme de Pádua e por sua mulher na época, Paula Thomaz.

Na trama, Guilherme vivia o personagem Bira, com quem Yasmin tinha um romance. Durante os sete dias após o crime, os autores Leonor Bassères e Gilberto Braga assumiram a responsabilidade de escrever os capítulos e apresentar uma alternativa para o desaparecimento dos dois personagens.

Após a conclusão da trama, a autora pediu que a Globo nunca a reprisasse posteriormente. Mesmo assim, a trama foi exibida em Portugal, no ano de 1996, através da emissora SIC, coprodutora da novela.

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