Longe da TV, atriz de Laços de Família luta contra doença há 11 anos - TV História

Longe da TV, atriz de Laços de Família luta contra doença há 11 anos

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Filha do grande novelista Manoel Carlos, a carioca Júlia Almeida tem 37 anos e trava uma luta árdua contra a epilepsia desde 2009. Com a descoberta da doença, ela tem usado as redes sociais para ampliar o debate sobre o assunto.

Acostumada com a atmosfera de grandes sucessos escritos por seu pai, Júlia estreou na televisão em 1992, na novela Felicidade. Desde então, participou de diversas obras do autor, como História de Amor (1995), Por Amor (1997), Laços de Família (2000) e Mulheres Apaixonadas (2003).

Além dessas novelas, Júlia também esteve em obras como Presença de Anita (2001), Um Só Coração (2004), JK (2006) e Duas Caras (2007).

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Sempre na Rede Globo, Júlia volta como aspirante a cineasta em Caminho das Índias (2009), seguida pela enfermeira Lorena, em A Vida da Gente (2012), contracenando com Stênio Garcia, Nicete Bruno e Marjorie Estiano. Em Tempo de Amar (2017), dirigida por Jayme Monjardim, ela interpretou Eva, seu último trabalho no vídeo até o momento.

Antes deste trabalho, a atriz se mudou para Londres (Inglaterra) e, em 2014, casou-se com o produtor fotográfico Sebastian Bailey. Atualmente, mora nos Estados Unidos.

No campo profissional, Júlia também empreendeu um projeto de e-commerce, na capital inglesa, lançando sua marca de moda praia Florita Beachwear.

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Sobre a epilepsia, em entrevista à revista Veja, ela contou o mudou na sua vida desde o diagnóstico. A partir da primeira crise eu já comecei a me medicar, mas passei por uma fase de negação até que a ficha caiu. Eu tenho isso e preciso mudar minha vida. Preciso melhorar minha situação. Por exemplo, sou bem agitada, então preciso me controlar em alguns momentos, dormir melhor. Achar um meio termo”, explicou.

Sobre o tratamento, ela informou como funciona. “Medicar-se nos horários certos é muito importante, assim como dormir e se alimentar bem. Faço terapia e indico para quem é diagnosticado. Também acho muito importante conversar com pessoas que têm a mesma condição, para ver que você não está sozinho e não se vitimizar”, concluiu.



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