Ficção ou vida real? Os cinco prefeitos mais corruptos da história das novelas - TV História

Ficção ou vida real? Os cinco prefeitos mais corruptos da história das novelas

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A corrupção é um tema bastante frequente na teledramaturgia. Assim como na vida real, diversos personagens ligados à política cometeram várias infrações e se meteram em grandes escândalos de corrupção.

Por isso, na semana das eleições municipais, vamos relembrar alguns dos prefeitos mais corruptos das novelas:

Prefeito Odorico Paraguaçu – O Bem-Amado (1973)

Com discursos inflamados e exagerados, o prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo) iludia o povo da pequena cidade de Sucupira, no litoral baiano. A principal meta do político era inaugurar o cemitério local, mas ninguém morria. É aí que ele tem a ideia de contratar o matador Zeca Diabo (Lima Duarte) para encomendar o serviço.

Félix Guerreiro – Porto dos Milagres (2001)

Na trama de Aguinaldo Silva, Félix Guerreiro (Antônio Fagundes) e sua mulher Adma (Cássia Kiss) chegaram ao poder à custa de muitos golpes, fugas e assassinatos. Eles orquestraram a morte de Bartolomeu, irmão gêmeo de Félix, e herdaram sua fortuna. Félix consegue se eleger prefeito de Porto dos Milagres e sonha um dia ser o governador da Bahia. O empecilho é o pescador Guma (Marcos Palmeira), filho bastardo de seu irmão, que logo irá se candidatar também.

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Prefeito Vivaldo – Chocolate com Pimenta (2003)

Disposto a se manter no cargo mais alto da cidade de Ventura, o prefeito Vivaldo (Fúlvio Stefanini) não mede esforços para arrecadar fundos para sua campanha, o que inclui manter a Fábrica de Chocolates na cidade e a dona Ana Francisca (Mariana Ximenes), casada com seu sobrinho Danilo (Murilo Benício). Em determinado momento da trama, ele chega a incluir o valor do vestido de sua noiva Jezebel (Elizabeth Savala) nos gastos públicos da cidadezinha.

Prefeito Reginaldo – Senhora do Destino (2004)

Vivido por Eduardo Moscovis, Reginaldo era prefeito de Vila São Miguel. Tinha sonho de alçar voos mais altos, tornando-se deputado federal, governador, senador e presidente. Além de outros crimes, ele fraudou a compra de material de construção para uma obra da prefeitura usando o nome da própria mãe, Maria do Carmo (Susana Vieira). Sua primeira mulher Leila (Maria Luiza Mendonça) morreu ao encontrá-lo com a amante Viviane (Letícia Spiller), com quem se casou posteriormente.

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Prefeito Aderbal Pimenta – Babilônia (2015)

Aderbal (Marcos Palmeira)

Prefeito recém-eleito da cidade fictícia de Jatobá, no estado do Rio. Era um pequeno comerciante mas, depois de se tornar conhecido através de um programa de rádio numa emissora local, resolveu entrar na política para ganhar dinheiro. Esperto e corrupto, apela para o eleitorado mais conservador e é um falso moralista. Muda-se para um apartamento de luxo na Barra, com a família, mas finge ainda morar em Jatobá, em uma casa simples. É casado com Maria José e a trai sem pudores. A mulher que realmente manda nele é sua mãe, Consuelo.

Menções honrosas para Florindo Abelha (Ary Fontoura), de Roque Santeiro (1985), Demóstenes Massaranduba (José Wilker), de Fera Ferida (1993), e Ypiranga Pitiguary (Paulo Betti), de A Indomada (1997), que deu as caras novamente em O Sétimo Guardião (2018).

E aí, lembra de algum outro corrupto das novelas? Comente!



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