Tiradas do ar por diferentes motivos: 7 novelas que não terminaram - TV História

Tiradas do ar por diferentes motivos: 7 novelas que não terminaram

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Na história da televisão brasileira, recheada de grandes sucessos, algumas novelas ficaram marcadas por saírem do ar pela porta dos fundos. Sete tramas, em especial, acabaram sendo retiradas do ar abruptamente, pelos mais variados motivos.

Confira na lista:

Somos Todos Irmãos

Ainda nos primórdios da televisão brasileira, em 1965, a Record colocou no ar a novela Somos Todos Irmãos, que não foi bem na audiência e acabou sendo retirada do ar pela emissora com pouco mais de um mês de exibição. Pouco tempo depois, o canal desistiu da teledramaturgia e enveredou para programas musicais e humorísticos que fizeram muito sucesso, além dos grandes festivais que marcaram época.

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Seu Único Pecado

Um fato trágico encerrou a exibição de Seu Único Pecado pouco após a estreia da novela da Record. Filho de Dionísio Azevedo, o diretor da trama, e Flora Geni, o garoto Noel Marcos estrelava sua primeira novela. Mas ele morreu após ser atropelado no dia 1º de novembro de 1969, enquanto andava de bicicleta perto de casa, no bairro do Sumaré, na capital paulista.

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O Conde Zebra

No dia 28 de dezembro de 1973, a novela O Conde Zebra, da Tupi, foi tirada abruptamente do ar apenas um mês e meio após a sua estreia. Na manhã do dia seguinte, morria, com apenas 52 anos, o ator e humorista Otelo Zeloni, que havia descoberto um tumor cerebral ainda em novembro. Ele vivia o protagonista da trama, Vitório Testada. Além da história, que não teve tempo de ser desenvolvida, o ator também comandava o programa de culinária Zeloni Forno e Fogão, ao vivo nas manhãs de domingo. À Tupi, restou colocar reprises no ar enquanto preparou, às pressas, O Machão, também de Jockyman, que estreou em 5 de fevereiro de 1974 e fez sucesso.

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Como Salvar Meu Casamento

Novela estrelada por Nicette Bruno e Adriano Reys, fez relativo sucesso apesar da derradeira crise financeira que culminou no fechamento da Tupi. A trama, escrita por Edy Lima, Ney Marcondes e Carlos Lombardi, deixou de ser exibida faltando apenas 20 capítulos para ser finalizada. No dia 13 de fevereiro de 1980, sem aviso prévio, a Tupi demitiu todo o elenco do departamento de teledramaturgia e encerrou a produção sem mais, nem menos.

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Drácula

Drácula foi outra vítima da última crise da Tupi, em 1980, mas pelo menos teve um desfecho diferente. Estrelada por Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli e Rubens de Falco, a trama estreou na Tupi, em 28 de janeiro daquele ano, e saiu do ar logo em seguida, no início de fevereiro. O elenco foi para a Band, que colocou no ar Um Homem Muito Especial a partir de julho. Ou seja, a novela começou numa emissora e terminou em outra.

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Renúncia

Em 1982, a Band tentou adaptar para a televisão o livro campeão de vendas do médium Chico Xavier. No elenco, nomes como Fúlvio Stefanini, Berta Zemel, Geórgia Gomide, Laura Cardoso e Elias Gleizer, entre outros nomes conhecidos. A emissora gastou bastante com cenários e guarda-roupa. Mas tudo foi em vão: o Ibope não veio, apenas 12 capítulos foram exibidos e a Band aproveitou a entrada do horário eleitoral gratuito para tirar a novela do ar.

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Brida

Tentativa da Manchete de se reerguer, Brida foi a pá de cal na emissora, que fechou as portas menos de um ano depois de sua estreia. A trama, baseada no best-seller de Paulo Coelho, custou caro para o canal, que gravou cenas até na Irlanda. Para “ajudar”, a Manchete fez uma aposta arriscada e fechou um acordo com os patrocinadores, que pagariam somente se a novela alcançasse cinco pontos no Ibope – a expectativa era de 10. Resultado: mal chegava a dois pontos, ficando sem qualquer verba publicitária. Brida foi retirada abruptamente do ar, com o locutor oficial da emissora narrando como seria o final dos personagens.

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