Dona Redonda em dose dupla: compare os elencos de Saramandaia

Dona Redonda em dose dupla: compare os elencos de Saramandaia

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Em 1976, a Globo colocou no ar a novela Saramandaia, escrita por Dias Gomes e com um grande elenco: Antônio Fagundes, Juca de Oliveira, Sonia Braga, Ary Fontoura, Dina Sfat, entre outros. A realidade fantástica da fictícia cidade de Bole-Bole foi um grande sucesso da emissora no horário das 22 horas.

Em 2013, após o sucesso dos remakes de O Astro e Gabriela no horário das 23 horas, a Globo apostou numa nova versão da novela de Dias Gomes, trazendo uma linguagem moderna e com efeitos visuais.

Veja abaixo uma comparação dos dois elencos da trama:

Juca de Oliveira, que vinha de sucessos na Globo em Fogo sobre Terra e Cuca Legal, viveu João Gibão, homem reservado e retraído que escondia suas asas com um gibão. Com dons paranormais, era vereador e queria mudar o nome da cidade de Bole-Bole para Saramandaia. Na versão de 2013, Sergio Guizé, que vinha se destacando na dramaturgia da emissora, viveu o personagem.

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Em 1976, Antônio Fagundes fazia a sua estreia na Globo vivendo o personagem Lua Vianna, prefeito da cidade de Bole-Bole e irmão de João Gibão. Bem-humorado, era um homem apartidário que buscava a boa convivência com todos. Fernando Bello, que se destacou como uma revelação da emissora, foi o intérprete do personagem na segunda versão.

Zélia Tavares, uma jovem destemida e desconstruída, era veterinária e noiva de Lua Vianna. Ela lutou pela troca do nome da cidade junto com João Gibão. Na primeira versão, a atriz Yoná Magalhães deu vida à personagem, enquanto Leandra Leal foi a escolhida para interpretar Zélia na segunda versão.

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Lídia Costa, fazendo sua estreia na Globo, deu vida a Dona Leocádia, mãe de João Gibão e Lua Vianna. Mulher gentil e amável, sabia do segredo de seu filho Gibão. Em 2013, Renata Sorrah, atriz já consagrada, interpretou o papel.

Aristóbulo Camargo era um professor de português que sofria de insônia e vivia perambulando pela cidade, alimentando a lenda de que seria um lobisomem. Ary Fontoura, que vinha de Gabriela, um grande sucesso da Globo, deu vida ao professor na primeira versão. Gabriel Braga Nunes, que já fixava seu nome no elenco da emissora após voltar da Record, foi o intérprete do personagem na segunda versão.

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Dona Pupu era mãe de Aristóbulo. Senhora muito simpática e amável, tinha medo de sair de casa temendo um ataque de cangaceiros, mesmo eles não existindo mais. Na versão de 1976, Elza Gomes interpretou Pupu. Já em 2013, o papel ficou com Aracy Balabanian.

Castro Gonzaga, ator que vinha de vários sucessos da Globo, viveu o Coronel Zico Rosado. Descendente dos fundadores da cidade, o Coronel era contra a mudança do nome para Saramandaia. Ele vivia com uma coceira nasal e, algumas vezes, formigas saiam do seu nariz. Quem viveu o personagem no remake foi José Mayer, que ainda era um dos principais nomes do elenco da emissora.

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Doutor Rochinha morava na pensão da cidade. Ele vivia bebendo para esquecer a noiva que o abandonou e também sua frustração profissional. O personagem foi vivido por José Augusto Branco e André Frateschi.

Na primeira versão, o ator Milton Moraes deu vida a Carlito Prata, funcionário leal de Zico Rosado, que tentava equilibrar a violência do patrão com golpes e artimanhas. Marcos Pasquim foi o intérprete de Carlito na segunda versão.

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Em 1976, Dina Sfat era um dos grandes nomes do elenco da Globo. A atriz interpretou Risoleta, dona de uma pensão e malquista na cidade. De personalidade forte, não se deixava abater pelas ameaças e batia de frente com quem tentava atrapalhar seu negócio. Débora Bloch deu vida à personagem na versão de 2013.

Seu Encolheu, secretário do prefeito e casado com Dona Redonda, conseguia fazer a previsão do tempo conforme as dores que sentia em seus ossos, tornando-se a principal fonte de meteorologia da cidade. Wellington Botelho e Matheus Nachtergaele deram vida ao personagem.

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Wilza Carla, vedete e atriz de grandes chanchadas do cinema, viveu a icônica Dona Redonda, que era casada com Seu Encolheu e comia sem parar, pouco se importando com os perigos da obesidade. Na versão de 2013, Vera Holtz foi a intérprete da personagem.

Bia era filha de Dona Redonda e Seu Encolheu. Diferente dos pais, conservadores, era uma militante fervorosa. Marília Barbosa e Thais Melchior viveram a personagem.

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Rafael de Carvalho viveu Seu Cazuza, dono da farmácia da cidade, que virou ponto de encontro dos moradores que discutiam política e acontecimentos do cotidiano. Sempre que ficava emocionado, seu coração ameaçava sair pela boca. Marcos Palmeira foi o intérprete do personagem na segunda versão da trama.

Maria Aparadeira era esposa de seu Cazuza. Como a parteira da cidade, auxiliou no nascimento de grande parte da população de Bole-Bole. Na primeira versão, Eloísa Mafalda deu vida à personagem. Já na segunda versão, Ana Beatriz Nogueira foi a intérprete.

Sonia Braga, que estava no auge de sua carreira em 1976, deu vida a Marcina Moreira, noiva de João Gibão. Uma mulher que não ligava para nada, apenas para o seu noivo e, quando era recusada por Gibão, sentia um forte ardor em seu corpo. Chandelly Braz, que fez sucesso em Cheias de Charme, foi escolhida para ser a intérprete de Marcina no remake.

Dora era garçonete e arrumadeira da pensão de Risoleta, que a acolheu com uma filha. A garota sonhava em casar-se com um rico coronel. Natália do Vale e Carolina Bezerra viveram a personagem.

Brandão Filho, ator já consagrado em 1976, viveu o Maestro Cursino de Azevedo, que era barbeiro e regente da Filarmônica Bolebolense. Pai de seis filhas, tinha medo de engravidar a esposa e ter um filho homem. Segundo uma lenda, o filho homem que nascesse após seis mulheres, seria um lobisomem. Em 2013, o ator e músico André Abujamra deu vida a Cursino.

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Maestro Totó era sócio de Cursino na barbearia, porém tinha uma visão diferente: era a favor da mudança do nome da cidade, enquanto Cursino era contrário. O salão acabou ficando dividido. Ele era regente da banda Lira Euterpiana. Lajar Muzuris e Zéu Britto foram os intérpretes do personagem.

Delegado Petronílio era exemplo de honestidade e competência e tratava todos os moradores com simpatia e humanidade, atendendo a todas as reivindicações. A porta da cadeia ficava aberta, sendo que jamais houve uma fuga da delegacia. Na primeira versão, Carlos Gregório viveu o personagem. Já na segunda versão, Theodoro Cochrane ficou com o papel.

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