Cabocla estreava em 1979 na Globo; compare o elenco das duas versões - TV História

Cabocla estreava em 1979 na Globo; compare o elenco das duas versões

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O Globoplay recentemente apresentou aos seus assinantes um sucesso do horário das seis da Globo: Cabocla, que atraiu o público com a história de amor entre Zuca (Vanessa Giácomo) e Luís Jeronimo (Daniel de Oliveira) e a disputa política entre o Coronel Boanerges (Tony Ramos) e Coronel Justino (Mauro Mendonça).

A versão que o Globoplay está disponibilizando é o remake da novela de Benedito Ruy Barbosa, que estreava há 42 anos, em 4 de junho de 1979, tendo como protagonista o casal recém-casado Glória Pires e Fábio Jr.

Confira a comparação entre o elenco das duas versões:

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Após o grande sucesso em Dancin’ Days, Glória Pires deu vida a Zuca, moça simples e bonita do interior que acabou se apaixonando por Luís Jerônimo. Foi a primeira protagonista da atriz numa novela. Na segunda versão, o papel ficou com Vanessa Giácomo, que, na época, tinha feito pequenos papéis em Presença de Anita e Malhação. A atuação da jovem atriz foi elogiada.

Fábio Jr. deu vida a Luís Jerônimo, um jovem fino e educado que acabou se apaixonando por Zuca. Daniel de Oliveira, que lançava o filme “Cazuza – O Tempo Não Pára”, interpretou o personagem no remake.

Tobias, homem valente e brigão, trabalhava transportando boiadas pelo sertão e era apaixonado por Zuca. Em 1979, Roberto Bonfim viveu o personagem, enquanto em 2004 Malvino Salvador, que fazia a sua primeira novela, ficou com o papel.

Cláudio Corrêa e Castro já era um ator respeitado e de muito sucesso quando a primeira versão da novela foi ao ar. Ele deu vida ao Coronel Boanerges, o chefe político da região e presidente da Câmara, um homem pacificador que buscava mediar os problemas da cidade. Em 2004, Tony Ramos pegou o papel após o sucesso de Mulheres Apaixonadas.

Emerenciana, esposa do Coronel Boanerges, era uma mulher firme e de bom coração, que buscava ajudar a todos. Neuza Amaral foi a intérprete da personagem em 1979; Patrícia Pillar, que retornava às novelas após vencer o câncer de mama, interpretou o papel em 2004.

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Belinha, filha de Boanerges e Emerenciana, formou-se como professora primária e tinha o desejo de lecionar. Moderna, não concordava com o pai e o confrontava. A jovem Simone Carvalho viveu a personagem na primeira versão. Após o grande sucesso da personagem Dóris, em Mulheres Apaixonadas, o papel do remake ficou com Regiane Alves.

Kadu Moliterno, que ganhava destaque nas novelas da Globo, viveu Neco, jovem que abandonou a faculdade de direito e voltou ao interior para ser fazendeiro. Na segunda versão, Danton Mello interpretou o personagem em sua volta à emissora, depois de estrelar Jamais te Esquecerei, no SBT.

Coronel Justino era um homem prepotente, que fazia de tudo para acabar com a liderança de Coronel Boanerges na cidade. Na primeira versão, o papel ficou com Gilberto Martinho. Já no remake, foi Mauro Mendonça quem deu vida ao personagem.

Mariquinha, que em 1979 foi vivida por Fátima Freire e, em 2004, por Carolina Kasting, era filha de Coronel Justino e dava aulas na escola da cidade. Era apaixonada por Tobias.

Na versão de 1979, Milton Moraes interpretou Joaquim, pai de Luís Jeronimo, viúvo e comerciante que vivia para o trabalho e se preocupava com o futuro do filho. Em 2004, o personagem ficou com Reginaldo Faria.

Pequetita Novais era uma jovem inteligente e de forte personalidade, que acreditava estar apaixonada por Luís Jerônimo, mas descobriu que seu amor era, na verdade, o pai dele. Ísis Koschdoski foi a intérprete na primeira versão e na segunda versão foi Mareliz Rodrigues, que, além de atriz, é dubladora.

Pepa foi vivida por Arlete Salles na primeira versão e pela atriz venezuelana Elena Toledo no remake.

Zé da Estação, pai de Zuca, era Chefe da estação de Pau D’Alho e dono do único hotel da pequena cidade. Carlos Duval e Otávio Augusto deram vida ao personagem.

Ana Ariel, que fez grandes sucessos na Globo, como Selva de Pedra, O Bem Amado, Gabriela, entre outros, interpretou Siá Bina, esposa de Zé da Estação e mãe de Zuca. Na segunda versão, Jussara Freire ficou com o papel.

Vigário, um padre divertido e que vivia das doações dos caboclos, foi vivido por Paulo Pinheiro, na primeira versão, e por John Herbert no remake.

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Oswaldo Louzada deu vida a Felício, um dos homens mais antigos da região, que perdeu suas terras para o Coronel Justino. No remake, Sebastião Vasconcelos deu vida ao fazendeiro amargurado. Essa foi a sua última novela na Globo.

Cosme dos Santos viveu Zaqueu na primeira versão e retornou na segunda como Nastácio; seu personagem de 1979 ficou a cargo de Alexandre Rodrigues em 2004.

Generosa, mulher de Felício e mãe de Tobias e Tina, era uma mulher que seguia os passos do marido, acatando tudo que ele mandava ou falava. Em 1979, Yara Salles ficou com o papel, enquanto em 2004 Vera Holtz deu vida à personagem. Vera também vinha do elenco de Mulheres Apaixonadas.

Tina era filha de Felício e Generosa, vivia com os pais e se apaixonou por Tomé. A personagem foi vivida por Patrícia Bueno na primeira versão, e na segunda por Maria Flor, que fazia sua segunda novela após Malhação.

Tomé era o melhor amigo de Tobias e o seguia por todos os lados. Em 1979, Maurício do Valle viveu o cavaleiro. Eriberto Leão ficou com o personagem em 2004, marcando a sua volta à Globo após alguns anos na Record.

Capitão Macário era o coletor estadual e sempre estava discutindo com os amigos a situação política e econômica do Brasil. Kleber Drable e Oscar Magrini foram os intérpretes do personagem.

Iris Nascimento e Aisha Jambo deram vida a Ritinha, empregada do Coronel Boanerges.

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