Barrigada de Tralli? Polícia se confundiu e assassino de ator não foi preso - TV História

Barrigada de Tralli? Polícia se confundiu e assassino de ator não foi preso

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No SP1 desta quarta (28), César Tralli anunciou a prisão do empresário Paulo Cupertino, que assassinou o ator Rafael Miguel, que participou de Chiquititas, do SBT, e os pais do garoto.

Tralli disse que Cupertino foi preso em uma blitz no interior do Paraná e que a prisão estava confirmada.

Confira o vídeo do anúncio:

Rapidamente, toda a imprensa, noticiou o fato, dando crédito ao jornalista e ao programa Balanço Geral, da Record, que também repercutiu o assunto, fazendo ressalvas. Inicialmente, o TV História também divulgou a informação da prisão mas, em seguida, atualizou a notícia, destacando o desencontro das polícias paulista e paranaense.

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No entanto, em pouco tempo, surgiu a informação de que talvez a prisão de Cupertino não tivesse acontecido e fosse uma confusão da polícia paranaense.

Luís Adorno, repórter do UOL, divulgou no Twitter, logo em seguida, que o empresário não foi preso.

Na tarde desta quarta, o delegado-geral de Polícia de São Paulo, disse que a Polícia Militar do Paraná se confundiu e que Paulo não foi preso.

Documento com nome falso

Segundo as investigações da Polícia, divulgadas pelo Jornal da Record na segunda (25), Paulo usa o nome falso de Manoel Machado da Silva e conseguiu dar entrada num documento de identidade falso, feito no interior do Paraná.

A fraude foi descoberta pela Polícia Civil do Paraná, que alertou a polícia paulista. Paulo teria apresentado uma certidão de nascimento falsa a um funcionário público de Jataizinho (PR) para conseguir o novo documento.

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A polícia pensa que Paulo pode ter usado o documento para fugir do País – acredita-se que ele esteja no Paraguai ou na Argentina. Dessa forma, seu nome também foi incluído na lista de procurados pela Interpol em todo o mundo.

O crime foi cometido porque Paulo não aceitava o namoro da filha com o ator. Em junho de 2019, na frente da casa onde morava, ele atirou 13 vezes nas vítimas, que morreram no local. Rafael tinha 22 anos, seu pai João Miguel tinha 52, e sua mãe, Miriam Miguel, 50.



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