8 estrelas da televisão brasileira que perdemos para a Aids

8 estrelas da televisão brasileira que perdemos para a Aids

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No dia 1º de dezembro foi celebrado o Dia Mundial de Luta contra a Aids. A data foi instituída como forma de despertar a necessidade da prevenção, promover o entendimento sobre a pandemia e incentivar a análise sobre a doença pela sociedade e órgãos públicos.

Infelizmente, ao longo dos anos, perdemos importantes nomes ligados à televisão brasileira em virtude da Aids.

Confira 8 exemplos na lista:

Lauro Corona

Galã da Globo, foi destaque em diversas novelas nos anos 1970 e 1980, como Dancin’ Days, Baila Comigo, Vereda Tropical, e Corpo e Corpo.

Lauro Corona morreu em 20 de julho de 1989, aos 32 anos, algum tempo depois de deixar o elenco da novela Vida Nova, da Globo, para intensificar seu tratamento contra a doença.

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Carlos Augusto Strazzer

Ator de destaque em novelas da Tupi e da Globo, Carlos Augusto Strazzer morreu em 19 de fevereiro de 1993, aos 46 anos, vítima de complicações respiratórias em decorrência da Aids.

Nos últimos anos, teve papeis chamativos em Mandala e Que Rei Sou Eu?.

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Paulette

Ator e humorista, Paulette também foi do lendário grupo Dzi Croquettes. Além de novelas da Globo, como Um Sonho a Mais, Bebê a Bordo, participou de humorísticos como Viva o Gordo, Chico Anysio Show e Escolinha do Professor Raimundo.

Morreu em 30 de julho de 1993, aos 41 anos, meses depois de participar da novela De Corpo e Alma.

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Cláudia Magno

Claudia Magno

Atriz que participou de diversas novelas da Globo, principalmente nos anos 1980, se destacando em Tieta, Cláudia Magno morreu em 5 de janeiro de 1994, aos 35 anos, em virtude de insuficiência respiratória aguda em decorrência da Aids. Quando nos deixou, estava trabalhando em Sonho Meu.

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Caíque Ferreira

Caique Ferreira

Caíque Ferreira se destacou em novelas como Brilhante e Amor com Amor se Paga, atualmente exibida pelo Viva, quando interpretou Gustavo. Também se destacou em diversos espetáculos de teatro, sendo, inclusive, premiado internacionalmente.

O ator morreu aos 39 anos, em 12 de janeiro de 1994, vítima de complicações da Aids.

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Wagner Bello

O ator participou do Castelo Rá-Tim-Bum como o personagem Etevaldo. Antes disso, trabalhou com teatro e recebeu o Prêmio APETESP de melhor ator em 1991. Wagner morreu antes de gravar sua última aparição no programa.

Para substituí-lo, foi convocada uma amiga dele, Siomara Schroder, que interpretou sua irmã, Etecetera. Wagner morreu em 12 de agosto de 1994, aos 30 anos, na capital paulista.

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Thales Pan Chacon

Ator de destaque das novelas da Globo nos anos 1980, como Fera Radical, O Salvador da Pátria e Meu Bem, Meu Mal, morreu em 2 de outubro de 1997, aos 40 anos, em sua casa, em virtude das complicações causadas pela Aids.

Sua última novela foi Os Ossos do Barão, no SBT, alguns meses antes.

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Rodolfo Bottino

Galã de novelas da Globo nos anos 1980, tornou-se apresentador de programas culinários mais adiante. Em 2009, revelou que estava com o vírus HIV desde os anos 1990.

Rodolfo Bottino morreu em 11 de dezembro de 2011, aos 52 anos, vítima de embolia pulmonar.

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Bônus: Sandra Bréa não morreu de Aids

Uma das mais famosas atrizes brasileiras nos anos 1970 e 1980, anunciou que era soropositiva no início dos anos 1990, se isolando. Depois, reapareceu na mídia lutando pela causa. Participou, inclusive, da novela Zazá, em 1997.

Sandra Bréa morreu em 4 de maio de 2000, aos 47 anos, em virtude de um tumor maligno no pulmão. “Não morrerei de Aids. Vou morrer como qualquer um, atropelada”, sempre dizia a musa.



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