Dariam certo? 5 novelas de sucesso da Globo que quase ganharam remake - TV História

Dariam certo? 5 novelas de sucesso da Globo que quase ganharam remake

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Em 2022, a Globo estreará o remake de Pantanal, maior sucesso de uma de suas grandes concorrentes, a Rede Manchete. No entanto, a emissora já produziu novas versões de novelas que obtiveram êxito no próprio canal, como Anjo Mau, Cabocla, Sinhá Moça, Paraíso, Ti-Ti-Ti e Guerra dos Sexos, entre muitos outros.

Além dos projetos que saíram do papel, muitos outros ficaram engavetados para, quem sabe, um dia serem produzidos.

Confira cinco exemplos na lista:

O Casarão

Paulo Gracindo e Yara Cortês em O Casarão

Novela das oito apresentada em 1976, O Casarão deixou muita gente confusa por conta de sua trama, que se passava em três épocas distintas simultaneamente.

Ao livro A Seguir, Cenas do Próximo Capítulo, o autor Lauro César Muniz disse que a emissora pensou em fazer um remake de O Casarão, mas a ideia foi prontamente abortada.

“Certa vez, durante uma reunião na Globo, alguém sugeriu fazer um remake de O Casarão. Na mesma hora, o Daniel Filho respondeu: ‘Não! O Casarão é um cult e, em cult, a gente não mexe!’ Essas foram as palavras dele”, contou.

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Dancin’ Days

Sônia Braga em Dancin' Days

Em 2013, a Globo cogitou fazer um remake de Dancin’ Days, sucesso exibido entre 1978 e 1979. De acordo com notícias da época, Camila Pitanga estava cotada para viver a protagonista Júlia Matos, originalmente interpretada por Sônia Braga. Já a socialite Yolanda Patrini, defendida por Joana Fomm, ficaria a cargo de Malu Mader. No entanto, em 2014, Gilberto Braga descartou a possibilidade.

“Já pensei em fazer um remake. Mas agora desisti. Meu melhor amigo é o Silvio de Abreu. Gosto muito da novela dele, Guerra dos Sexos, e o remake não teve a repercussão que a gente esperava. E eu acho o resultado muito bom, mas o público não acha. Então, resolvi que não faço mais remake. Porque damos sorte de fazer um negócio que agrada. Tenho medo de não dar essa sorte de novo, a segunda vez”, declarou o autor ao jornal O Estado de S. Paulo.

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Cambalacho

Regina Casé em Cambalacho

Mais um sucesso de Silvio de Abreu, Cambalacho foi exibida pela Globo entre 1986 e 1987, com sucesso, chegando a vencer a novela das oito da época, O Outro. Em 2011, a imprensa divulgou que o autor estudava fazer uma nova versão da novela.

Na mesma época, ele trabalhava no remake de Guerra dos Sexos, que acabou não tendo a repercussão desejada. Dessa forma, a ideia de trazer novamente essa outra trama acabou sendo engavetada.

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Brega & Chique

Marília Pêra em Brega & Chique

Outro sucesso da faixa das sete que quase voltou na Globo foi Brega & Chique. A novela de Cassiano Gabus Mendes, que foi exibida em 1987, chegou a ganhar previsão de estreia.

Em 2012, o Estadão divulgou que Maria Adelaide Amaral faria uma adaptação do folhetim. Ela colaborou com Cassiano em Meu Bem, Meu Mal (1990) e O Mapa da Mina (1993), além de ter adaptado Anjo Mau (1997) e Ti-Ti-Ti (2010).

Fiel escudeiro da autora, Vincent Villari também participaria do projeto, que iria estrear em 2015. Mas a ideia também voltou para a gaveta e os dois escreveram a mal-sucedida A Lei do Amor em 2016.

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Renascer

Patrícia França e Leonardo Vieira em Renascer

Sucesso de Benedito Ruy Barbosa exibido em 1993, Renascer quase voltou na Globo no começo dos anos 2000. Depois das novas versões de Cabocla e Sinhá Moça, era essa a trama que a emissora queria trazer de volta.

Como em outras tramas, a adaptação seria feita pelas filhas do autor, Edilene e Edmara Barbosa, conforme divulgado em 2011 pelo Estadão. Mas o projeto não foi levado adiante.

Recentemente, quando a produção estreou no Globoplay, Marcos Palmeira disse que um remake faria sucesso. “Acho que essa é uma ótima ideia e acredito que faria muito sucesso, sim. Remakes de clássicos costumam dar certo”, pontuou.

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