Primeiro episódio de Cidade dos Homens aborda violência que atinge escolas em comunidades no Rio de Janeiro


O primeiro episódio da nova temporada de Cidade dos Homens, no ar a partir desta terça-feira (2), começa com um dia normal na escola de Davi (Luan Pessoa) e Clayton (Carlos Eduardo Jany). Pelo menos, até a hora que o sinal toca.



Não é recreio, muito menos brincadeira. É tiroteio, de novo, e o sinal é um alerta. Já sabendo o que fazer, as crianças se deitam no chão. Num ritmo perfeito e sem pânico, parecem já estar acostumadas com aquilo. Sensível, João Vitor (Thiago Martins), o professor, pega o violão e, com música, vai deixando um pouco mais leve a manhã pesada.

Mas quando a comunidade está no meio do confronto entre policiais e traficantes, a bala perdida não tem destino certo. Não importa cor, credo, sexo, idade. O vidro da janela estoura e estilhaços acertam Clayton, o filho de Acerola (Douglas Silva). Acompanhado pelo amigo inseparável, Laranjinha (Darlan Cunha), os dois seguem para a escola assim que recebem a notícia, e encontram Clayton numa maca improvisada. "Melhor levar ele para o hospital!", afirma Acerola.

Quem acalma a dupla é João Vitor, que é rapidamente reconhecido pelos amigos. O professor das crianças é o amigo playboy da adolescência deles. E foi a convivência entre os três que fez com que João Vitor escolhesse virar professor em uma escola de comunidade. "O senhor deu aula para eles também?", Davi quer saber. Neste momento, o trio volta no tempo e relembra, através de imagens de flashback de temporadas passadas, como se conheceram e a amizade que construíram.

Não bastasse a preocupação com o filho, a falta de dinheiro para pagar as contas do mês também vai tirar o sono de Acerola.

Coprodução da Globo com a O2 Filmes, Cidade dos Homens tem direção geral de Pedro Morelli e é escrita por Marton Olympio, com supervisão de roteiro de George Moura. A minissérie vai ao ar logo após a estreia de Entre Irmãs.


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