5 especiais de fim de ano que gostaríamos de ver transformados em série


A Globo, não faz lá muito tempo, costumava testar formatos em sua programação de Natal / Réveillon. Especialmente de séries. Programas pilotos eram exibidos em dezembro e, se aprovados pela direção, crítica e público, ganhavam espaço cativo na grade do ano todo. Foi assim que começou a trajetória de êxito de A Diarista (2004), por exemplo; foi assim também que surgiram "bombas" como Dicas de um Sedutor (2008). O TV História lista abaixo projetos interessantes que, lamentavelmente, ficaram só na intenção.



O enredo de Papo de Anjo (2003), de João Falcão, partia das agruras de Bibi (Claudia Jimenez), uma mulher carente e muito atrapalhada, que recebia um auxílio de Deus na ingrata tarefa de encontrar um namorado: o anjo Gabriel (Dan Stulbach). Eis que, após inúmeras confusões amorosas, o ser celestial se descobre apaixonado por sua protegida. Direção de José Alvarenga Jr; núcleo de Guel Arraes.



Apontado como sucessor de Os Normais (2001), Carol & Bernardo (2003) - escrito por Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga - abordava o contraponto da pragmática advogada Carol (Andréa Beltrão) e seu marido, o músico sonhador Bernardo (Eduardo Moscovis). O primeiro e único episódio, 'Nosso Dia', era centrado na promoção dela, enquanto ele penava para pagar as prestações de um sofá.



Quem Vai Ficar com Mário? ocupou a grade por dois anos consecutivos, 2004 e 2005. O bem-sucedido jornalista Mário (Thiago Lacerda) está à procura do amor de sua vida; nesta busca, se depara com todo tipo de mulher e toda sorte de ameaça - de marido enciumado até ex vingativa. O projeto, com redação final de Mauro Wilson e Emanuel Jacobina, integrava o núcleo capitaneado por Jorge Fernando.



Os Amadores ganhou três chances de emplacar: 2005, 2006 e 2007. Com morte clínica declarada no CTI de um hospital, quatro "senhores" na faixa dos 40 anos decidem levar a vida "mais leve". São eles: Marquinhos (Cássio Gabus Mendes), Jaime (Matheus Nachtergaele), Guilherme (Murilo Benício) e Tadeu (Otávio Muller). Entre dilemas amorosos e familiares, eles precisam reconstruir seus caminhos.



Nada Fofa, de 2008, partia do trauma de infância da execrável advogada Nádia Wolf (Letícia Spiller). Solitária, ele passa a sofrer alucinações com Pintonildo, um personagem da TV dos seus tempos de criança. Para afastar esse "fantasma", Nádia muda de postura, passando a ser "mais legalzinha". Só que o boneco não vai embora... Texto de Alexandre Machado e Fernanda Young; núcleo de Jorge Fernando.


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