Angélica tem potencial para ser a melhor apresentadora do Brasil, mas precisa de um rumo



Com uma bagagem indiscutível na televisão, presença de palco e talento inquestionável, Angélica se tornou uma grande decepção para todos os seus fãs de alguns anos para cá.



Desde a estreia do Estrelas, há onze anos, a apresentadora derrubou seu rendimento e apenas desagrada a quem assiste. Superficial e com um programa pouco divertido - ou até mesmo útil -, ela não consegue mais repetir seus sucessos do passado.

Tudo começou na Manchete; a menina que substituiu Xuxa era promissora. Logo migrou para o SBT, onde se tornaria a queridinha de Silvio Santos, tendo liberdade para diversificar seus programas com esquetes de humor e curiosidades. Mas foi em 1996 que seu objetivo foi alcançado: enfim Angélica chegava a Globo.

Apesar da vitória pessoal, o começo foi bem conturbado. Um programa de poucas horas e algumas derrotas para a antiga casa. Aos poucos, as coisas foram se encaixando e Angélica reinou absoluta nas manhãs da Globo. Em 2001, decidiu deixar o público infantil/adolescente e migrou para o Vídeo Game, um game-show extensivo do Vídeo Show.

O sucesso foi absoluto! Famosos se enfrentavam durante uma semana em uma disputa "televisiva". Nesse período também apresentou o reality musical Fama.

Em 2006, com a certeza da não renovação do Fama, estreou o Estrelas - seis anos mais tarde, acabava o Vídeo Game (2011). Depois de tantos anos na televisão, Angélica se perdeu e a Globo não faz questão de achá-la. O sonolento Estrelas está confirmado em 2018.

Espero que em algum momento Angélica perceba o quanto perdeu o rumo de sua carreira e a coloque nos trilhos. Afinal, na minha humilde opinião, estou falando de uma apresentadora que tem o potencial de ser a melhor do Brasil.

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