Terminando quinta exibição, A Escrava Isaura tem segundo melhor desempenho de Ibope na história



Terminando sua quinta exibição, sendo a quarta reprise na Record - uma aconteceu no canal pago Fox Life -, a novela A Escrava Isaura é realmente um fenômeno a ser estudado pela emissora onde é exibida.

Faltando duas semanas para seu término, quando dará lugar para a inédita Belaventura, a audiência é simplesmente a segunda melhor dentre todas as exibições da novela, perdendo apenas para a original, em 2004.



Segundo dados de Ibope da Grande São Paulo, em levantamento feito pelo TV História, a atual exibição deverá terminar com 10,2 pontos de média na principal metrópole do Brasil.

Apenas a exibição original, que marcou 13 pontos, conseguiu um desempenho melhor. A primeira reexibição, feita em 2006, marcou sete pontos de audiência, enquanto a segunda, fechou com cinco.

Quando exibida no Fox Life, a novela não teve grandes números, até pela penetração pequena do canal pago na maioria das operadoras. Ou seja, o público que só tem TV aberta ficou quase 10 anos sem assistir a novela, o que ajuda explicar o bom índice.

Próximo ao seu fim, ainda não se sabe como será o último capítulo de A Escrava Isaura. É que, na época, a novela gravou cinco finais diferentes para despistar o público e a imprensa.

O personagem Chico (Jonas Mello) foi quem matou Leôncio na primeira exibição da trama, revelado no último capítulo em 29 de abril de 2005. Com a reapresentação da telenovela em 2006, a assassina da vez foi a escrava Rosa (Patrícia França) e, na segunda reprise, em 2007, foi o jardineiro Belchior (Ewerton de Castro).

Na reexibição pelo Fox Life em 2014, a assassina da vez foi Malvina (Maria Ribeiro), a esposa traída de Leôncio. Ou seja, existe a expectativa dos fãs de que o último final inédito seja exibido desta vez na Record.

Recentemente, tivemos um caso parecido na mesma emissora: a reprise de Chamas da Vida apresentou um final inédito, com o incendiário misterioso diferente da exibição original. No caso, o filho da vilã Vilma (Lucinha Lins), Tomás (Bruno Ferrari), era quem tinha cometido os crimes da trama.

Os dados são consolidados e refletem a preferência de um seleto grupo de telespectadores na Grande São Paulo.

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