17 de janeiro na história da TV: em 2012, a estreia de O Brado Retumbante


Confira os destaques do dia 17 de janeiro na história da televisão brasileira:

No dia 17 de janeiro de 1993, estreava o programa Domingo Legal (SBT).

Clássico da emissora, apresentado por Gugu Liberato até 2009, quando Celso Portiolli assumiu o comando. O 'DL', hoje alocado às 13h, fez sucesso com a mistura de pautas jornalísticas, games e musicais. Em seus melhores anos, batia constantemente o principal concorrente, Domingão do Faustão (1989). A atração perdeu relevância após a entrevista com supostos integrantes da facção criminosa PCC, em 2003.



No dia 17 de janeiro de 2005, estreava a temporada 2005 de Malhação (Globo).

A fase em questão discutia a gravidez na adolescência: Betina (Fernanda) perdia o namorado Bernardo (Thiago) para sua amiga Jaque (Joana Balaguer), grávida dele. Com o tempo, Jaque se interessa por Urubu (Marco Antônio Gimenez), deixando o caminho livre para os protagonistas. Dentre os veteranos desta temporada, Paulo Betti, Cristiana Oliveira, Oscar Magrini, Rosamaria Murtinho e John Herbert.



No dia 17 de janeiro de 2011, estreava a novela Insensato Coração (Globo).

O folhetim de Gilberto Braga e Ricardo Linhares partia da relação de dois irmãos: Pedro (Eriberto Leão), que descobre em Marina (Paolla Oliveira) o amor de sua vida, e Léo (Gabriel Braga Nunes), psicopata que destrói a vida de Norma (Glória Pires), tornando-se alvo de um engendrado plano de vingança. No elenco, Antonio Fagundes, Camila Pitanga, Deborah Secco, Deborah Evelyn, Herson Capri e Lázaro Ramos.



No dia 17 de janeiro de 2012, estreava a minissérie O Brado Retumbante (Globo).

Nesta obra de Euclydes Marinho, um deputado de baixa expressão acaba se tornando Presidente da República após um acidente aéreo. Paulo Ventura (o saudoso Domingos Montagner) precisa ainda administrar os conflitos familiares: o genro Tony Abraão (Leopoldo Pacheco) está envolvido em um escândalo financeiro; o filho Júlio (Murilo Armacollo) se submete a cirurgia de redesignação de gênero.



No dia 17 de janeiro de 2014, terminava a segunda reapresentação de O Cravo e a Rosa (2000) em Vale a Pena Ver de Novo (Globo).

Já reexibida em 2003, O Cravo e a Rosa retornou à sessão de reprises em meio às dificuldades da Globo de conseguir, junto aos responsáveis pela classificação indicativa, a liberação de novelas das 20h para o período vespertino. Os 221 capítulos originais foram condensados em 120 (em 2003, foram 144). No elenco, Adriana Esteves, Eduardo Moscovis, Luís Melo, Maria Padilha e Ney Latorraca.



No dia 17 de janeiro de 2014, terminava a minissérie Amores Roubados (Globo).

Escrita por Flávio Araújo, George Moura, Sérgio Goldenberg e Teresa Frota - com base na obra de Carneiro Vilela - Amores Roubadas mostrava uma conturbada história de amor no interior de Pernambuco: Leandro (Cauã Reymond) se envolvia com a amiga, a esposa e a filha de seu patrão Jaime (Murilo Benício): Celeste (Dira Paes), Isabel (Patrícia Pillar) e Antônia (Isis Valverde) - sua verdadeira paixão.



No dia 17 de janeiro de 2017, estreava a minissérie Cidade dos Homens (Globo).

Espécie de continuação da série Cidade dos Homens (2002), estrelada por Darlan Cunha e Douglas Silva. Agora adultos, os amigos Laranjinha (Darlan) e Acerola (Douglas) lutam com as dificuldades do dia-a-dia para criarem os filhos, Davi (Luan Pessoa) e Clayton (Carlos Eduardo Jay), respectivamente. Cenas da produção original, com os protagonistas ainda pequenos, eram vistas em flashback.


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