18 fatos que só quem assistiu Mulheres Apaixonadas vai entender





1 - Foi a novela seguinte de Manoel Carlos após o sucesso de Laços de Família. E, assim, o Leblon voltava para a telinha.



2 - O charme da novela já começava na abertura, que mostrava fotos de pessoas comuns em cenas de família. Muitas delas foram enviadas pelos telespectadores. A vinheta era trocada constantemente - foram exibidas 15 versões nos oito meses de trama.



3 - Mulheres Apaixonadas era bastante dinâmica. Várias cenas foram gravadas no mesmo dia em que foram ao ar, inclusive no último capítulo, mantendo a atualidade da história.

4 - Dava dó ver Dóris (Regiane Alves) maltratar e roubar os avós Flora (Carmem Silva) e Leopoldo (Oswaldo Louzada).

5 - E todos vibraram quando o pai de Dóris, Carlão (Marcos Caruso), deu uma surra de cinto na garota para repreendê-la.



6 - O público também se sensibilizou com o drama de Raquel (Helena Ranaldi), que era agredida a golpes de raquete pelo professor de tênis Marcos (Dan Stulbach) - ele morreu no final da trama.



7 - Também teve o drama da menina Salete (Bruna Marquezine), que perdeu a mãe, Fernanda (Vanessa Gerbelli), vítima de bala perdida durante uma troca de tiros no Leblon.



8 - A menina ficou sob os cuidados da avó Inês (Manoelita Lustosa), que era insensível e interesseira. No final, para alívio geral, descobriu-se que Salete era filha de Téo (Tony Ramos), que ganhou a sua guarda.

9 - Por causa dessas cenas de tiroteio - que, inclusive, quase não puderam ser feitas no Leblon, já que o então prefeito César Maia não queria liberar - a passeata Brasil Sem Armas, realizada no dia 14 de setembro de 2003, contou com a presença de artistas do elenco e foi mostrada na produção no dia seguinte.



10 - O ciúme doentio de Heloísa (Giulia Gam) por Sérgio (Marcello Antony) também se destacou na novela. Desiquilibrada, ela armava barracos sem motivo, atacou o marido com uma faca e escondeu que não podia ter filhos. Foi abandonada e teve que procurar tratamento.



11 - Também deu o que falar o romance entre as jovens estudantes Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli). De acordo com pesquisas da época, o público aprovava o namoro, desde que não fossem mostrados beijos.



12 - E quem se lembra da Santana (Vera Holtz)? Era uma professora alcóolatra que recusava tratamento e colocava os amigos e familiares em enrascadas por causa do vício. Ninguém se esquece da cena em que ela bebeu perfume...



13 - Outra trama que chamou atenção do público foi a paixão entre o padre Pedro (Nicola Siri) e a socialite Estela (Lavínia Vlasak), reacendendo a questão do celibato na época.

14 - A virgindade também foi discutida em Mulheres Apaixonadas, através de Edwiges (Carolina Dieckmann) e Cláudio (Erik Marmo). Ele ainda se envolveu com Gracinha (Carol Castro), filha da empregada de sua casa. Mas no final deu tudo certo e os dois se reconciliaram - e Edwiges teve sua primeira noite de amor.

15 - E as doideiras da Silvia (Natália do Valle)? Infeliz no casamento, tornou-se amante do taxista Caetano (Paulo Coronato) e realizava suas fantasias em motéis e casas de forró.



16 - Estudante da ERA, escola que fazia parte da trama, Paulinha (Roberta Gualda) tinha vergonha do pai, o porteiro Oswaldo (Tião D'Ávila), e o desprezava.

17 - Mulheres Apaixonadas fez tanto sucesso e obteve tanta repercussão que chegou a ser tema de uma reportagem da revista norte-americana Newsweek em julho de 2003. A produção chegou a bater a casa dos 55 pontos em São Paulo.



18 - Para completar, às terças, logo depois da novela, começava Mulheres Recauchutadas, paródia do Casseta & Planeta.

Veja também: 18 coisas que só quem assistiu Celebridade vai se lembrar



Veja também: Descubra qual novela das 8 passava quando você nasceu







commentDeixe sua opinião
menu