Cenas do próximo capítulo e mais: 9 tradições da Globo que se perderam com o tempo



1 - O top de cinco segundos - nos anos 1980, era de oito - era lei antes da maioria dos programas da emissora, principalmente nos telejornais e transmissões esportivas. Hoje em dia é pouco usado, sobrevivendo em algumas transmissões de futebol e da Fórmula 1.



2 - Outra prática comum nos anos 1980 era a exibição da hora certa, principalmente antes dos telejornais, como o Jornal Nacional.



3 - Durante muitos anos, todo dia tinha o encerramento da programação. Sim, a Globo saia do ar durante a madrugada. Na vinheta, o narrador falava o seguinte: "Faremos agora uma pequena pausa em nossa programação. Apenas o tempo necessário para você despertar para um novo dia, uma nova vida. Logo, estaremos juntos novamente". Aí eram mostrados slides da grade do dia seguinte. Apenas nas noites de sexta e sábado a emissora ficava 24 horas no ar. Esse encerramento ainda é visto em algumas ocasiões, quando afiliadas da Globo fazem a manutenção de seus transmissores.



4 - Nas novelas, eram exibidas as famosas cenas do próximo capítulo. Tratava-se de um pequeno resumo do que seria exibido no dia seguinte, quase sempre sem mostrar alguma cena importante, que revelasse algo. Ao fundo, uma música da trilha sonora da produção. A prática foi abandonada no início dos anos 1990.



5 - E quando a novela terminava? Aí eram exibidas cenas da próxima novela...



6 - Ainda nas novelas, os capítulos tinham contagem. No início do primeiro bloco, era mostrado apenas o logotipo da trama com o número do capítulo. A prática retornou em A Regra do Jogo, mas foi um caso excepcional.



7 - Quando exibia os créditos das novelas, a Globo colocava a seguinte advertência: "Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com lugares, fatos e pessoas conhecidas terá sido mera coincidência". A prática surgiu durante a novela O Cafona, de 1971, após protestos de figurões da alta sociedade do Rio de Janeiro, que se sentiram retratados em alguns personagens - prática que o autor Bráulio Pedroso confirmou tempos depois. Há algum tempo, é exibida a frase: "Esta é uma obra coletiva de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade".



8 - Até meados dos anos 1990, o show do intervalo do futebol era diferente, com um apresentador, como Fernando Vannucci ou Léo Batista. Dificilmente o próprio narrador aparecia no vídeo, como acontece há muitos anos.



9 - Ainda no futebol, o tempo e o placar não ficavam fixos na tela. As informações eram atualizadas a cada cinco minutos. A prática começou somente em 1999.







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