26 de fevereiro na história da TV: em 2012, o último Pânico na TV


Confira os destaques do dia 26 de fevereiro na história da televisão brasileira:

No dia 26 de fevereiro de 1967, estreava a novela A Intrusa (Tupi).

A trama de Geraldo Vietri, baseada no romance de William Irish, partia da chegada de Helen (Dina Sfat) à mansão da família de Bill (Hélio Souto), usando de uma falsa identidade, Patrícia. A paixão por Bill, contudo, acaba por denunciá-la. As globais Plumas & Paetês (1980), de Cassiano Gabus Mendes, e Esplendor (2000), de Ana Maria Moretzsohn, também foram inspiradas na história de Irish.



No dia 26 de fevereiro de 1968, terminava o programa Globo Music Hall (Globo).

Maurício Sherman e Geraldo Casé estiveram à frente deste "hit parade", que reunia sucessos do momento no Brasil e no exterior. As músicas estrangeiras, contudo, ganhavam versão em português e eram interpretadas por nomes como Cauby Peixoto. Exibido nas noites de segunda-feira, às 20h, o Globo Music Hall também promoveu a premiação Gato de Ouro, que celebrava os melhores do ano na televisão.



No dia 26 de fevereiro de 1972, estreava o programa Show da Girafa (Globo).

Programa de variedades com Murilo Néri e Sandra Bréa, no ar aos sábados, 17h. Dirigia-se a um público específico: o que adquiria o Plano da Girafa, sistema de cupons que dava direito a participar de sorteios de prêmios. Na estreia, as presenças de Chico Anysio, Elis Regina, Marília Pêra, Regina Duarte e Roberto Carlos. O cantor Guilherme Arantes fez aqui sua primeira participação na TV.



No dia 26 de fevereiro de 1973, estreava o programa Revista Feminina (Band).

Pioneira em atrações do gênero feminino, Maria Thereza Gregori conduziu o Revista Feminina em três emissoras diferentes - Tupi, Band e Gazeta -, buscando sempre o diálogo com a mulher de cada tempo: na primeira emissora, nos anos 1950, privilegiava as prendas domésticas, com direito a receitas de Ofélia Anunciato; em sua última fase, no terceiro canal, década de 1980, economia e mercado de trabalho.



No dia 26 de fevereiro de 1990, terminava o humorístico Veja o Gordo (SBT).

Quando Jô Soares se transferiu para o SBT, em 1988, acertou com Silvio Santos a produção de um humorístico nos moldes do Viva o Gordo (1981, Globo) e um talk-show. O êxito deste- Jô Soares Onze e Meia - ofuscou o primeiro, que seguia basicamente o formato adotado na antiga emissora: esquetes, com referências políticas, e tipos hilários - como Lilian Bife Quibe, sátira da jornalista Lilian Witte Fibe.



No dia 26 de fevereiro de 2010, terminava o programa TV Animal (SBT).

O SBT reeditava a atração capitaneada por Gugu Liberato, Angélica e Eliana, nas décadas de 1980 e 1990. Exibido nas noites de sexta-feira, sob o comando de Beto Marden, o programa trazia quadros sobre adestramento e adoção. E investia em matérias externas, com o apresentador visitando lugares de natureza exuberante. Não teve vida longa, lamentavelmente - apenas quatro meses no ar.



No dia 26 de fevereiro de 2010, terminava o programa Nada Além da Verdade (SBT).

Neste programa, Silvio Santos - substituído por Ratinho na segunda temporada - entrevistava celebridades, que ganhavam dinheiro se não mentissem, de acordo com a máquina da verdade. Apenas Dercy Gonçalves, Jorge Kajuru, Simony e Claudete Troiano levaram o prêmio máximo, de R$ 100 mil. Participaram da atração Clodovil Hernandez, Gretchen, Reginaldo Rossi, Rita Cadillac e Sérgio Mallandro.



No dia 26 de fevereiro de 2012, terminava o programa Pânico na TV (RedeTV!).

No ar desde 2003, o Pânico na TV conquistou espaço aos domingos, com produção precária e muita criatividade. Acumulou altos índices - a ponto de incomodar até mesmo a Globo. Colecionou polêmicas com o quadro 'Sandálias da Humildade', "atacando" celebridades como Clodovil e Carolina Dieckmann, e virais como a 'Dança do Siri', reproduzida em transmissões ao vivo de outros canais.


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