7 de fevereiro na história da TV: em 1977, a estreia de À Sombra dos Laranjais


Confira os destaques do dia 7 de fevereiro na história da televisão brasileira:

No dia 7 de fevereiro de 1966, estreava a novela Sangue Rebelde (Cultura).

A trama, de Leonor Pacheco, mostrava a vida de um militar lutando na Guerra do Paraguai. De tão devotado ao ofício, negligencia a família, em crise por conta da disputa de suas duas filhas pelo mesmo homem. A novela não teve final, em razão de um incêndio que devastou a emissora. Foi a última produção da Cultura sob o controle dos Diários Associados - a Fundação Padre Anchieta responde pelo canal até hoje.

No dia 7 de fevereiro de 1977, estreava a novela À Sombra dos Laranjais (Globo).

De Benedito Ruy Barbosa e Sylvan Paezzo, a trama retratava o cotidiano de uma cidade pequena, movimentada com a chegada de um circo - para a alegria do acanhado Tomé (Ary Fontoura), que assume a identidade do palhaço Estopim. O enredo também abordava a complicada relação de Madalena (Aracy Cardoso) e Pedro (Herval Rossano), separados pela rivalidade política das famílias Caldas e Lemos.



No dia 7 de fevereiro de 1981, terminava a novela Um Homem Muito Especial (Band).

De Rubens Ewald Filho, a obra trazia o vampiro Conde Drácula buscando um novo amor. Originalmente, a novela seria exibida pela Tupi com o título Drácula, Uma História de Amor, mas durou apenas quatro capítulos e foi cancelada, sendo transmitida pela Band meses depois, com o fim da emissora concorrente. Com Rubens de Falco, Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli.



No dia 7 de fevereiro de 1992, terminava a novela Vamp (Globo).

De Antônio Calmon, a trama mostrava uma pequena cidade litorânea tendo sua rotina alterada com a aparição de vampiros - a chegada de Natasha (Cláudia Ohana), roqueira dark, altera a rotina de Jonas (Reginaldo Faria), Carmem (Joana Fomm) e seus filhos. Aos poucos, a comédia dominou a narrativa, com destaque para Ney Latorraca (Vlad), Otávio Augusto (Matoso) e Patricya Travassos (Mary).



No dia 7 de fevereiro de 2000, terminava a novela Tiro e Queda (Record TV).

A novela de Luís Carlos Fusco e Vivian de Oliveira buscava reeditar o sucesso de A Próxima Vítima (1995), da Globo. A audiência, contudo, não correspondeu. Os autores, porém, conseguiram armar situações interessantes, como a morte de Gabriel (Fausto Maule), que remetia ao assassinato do presidente estadunidense John F. Kennedy. Com Giuseppe Oristânio, Jorge Pontual, Lucinha Lins e Mylla Christie.


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