27 de janeiro na história da TV: em 2007, o último Sabadaço


Confira os destaques do dia 27 de janeiro na história da televisão brasileira:

No dia 27 de janeiro de 1975, estreava a novela Cuca Legal (Globo).

De Marcos Rey, a trama mostrava a história de um piloto de avião - Mário Barroso (Francisco Cuoco) - que se envolvia com três mulheres diferentes - Fátima (Yoná Magalhães), Irene (Suely Franco) e Virgínia (Françoise Forton). A produção não foi, necessariamente, um sucesso. No elenco, Elza Gomes, Mário Lago, Elizângela, Herval Rossano, Hugo Carvana, Miriam Pires e Rosamaria Murtinho.



No dia 27 de janeiro de 1979, terminava a novela Dancin' Days (Globo).

A obra, de Gilberto Braga, mostrava uma ex-presidiária, Júlia Mattos (Sônia Braga), lutando para reconstruir sua vida e reconquistar a filha, Marisa (Glória Pires), criada por sua irmã, Yolanda Pratini (Joana Fomm). A trama despertou a onda das discotecas no país. No elenco, Antonio Fagundes, Cláudio Corrêa e Castro, José Lewgoy, Lauro Corona, Lídia Brondi, Mário Lago, Reginaldo Faria e Yara Amaral.



No dia 27 de janeiro de 2006, estreava a série Avassaladoras, a série (Record TV).

Baseado no filme homônimo de Mara Mourão, o seriado, coprodução da Record TV e da Fox, mostrava a rotina de quatro amigas buscando novos relacionamentos - vividas por Débora Lamm, Giselle Itié, Vanessa Lóes e Virgínia Cavendish. Do elenco fixo, Márcio Garcia e Eduardo Galvão. Participaram também Carlos Bonow, Cláudio Lins, Heitor Martinez, João Vitti, Marcos Mion, Marcos Winter e Nicola Siri.



No dia 27 de janeiro de 2007, terminava o programa Sabadaço (Band).

Comandada por Gilberto Barros, a atração trazia famosos participando de gincanas, além de cobrir temas polêmicos. Comumente recebia cantores de funk, e dançarinas com pouca roupa, o que rendeu sua inclusão na lista da campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania". O Sabadaço, veiculado das 12h às 18h, foi extinto na mesma semana em que a Band cancelou o Boa Noite Brasil, também com Gilberto.



No dia 27 de janeiro de 2012, terminava a minissérie O Brado Retumbante (Globo).

Nesta obra de Euclydes Marinho, um deputado de baixa expressão acaba se tornando Presidente da República após um acidente aéreo. Paulo Ventura (o saudoso Domingos Montagner) precisa ainda administrar os conflitos familiares: o genro Tony Abraão (Leopoldo Pacheco) está envolvido em um escândalo financeiro; o filho Júlio (Murilo Armacollo) se submete a cirurgia de redesignação de gênero.


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